O Instituto Tomie Ohtake, em parceria com a Leroy Merlin, realiza a primeira edição de seu Prêmio de Design, voltado a estudantes universitários de todas as áreas, com o propósito de mapear, reconhecer e promover a produção do design contemporâneo brasileiro.
Para o 1º Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin foi escolhido o tema Compartilhar, que vem ganhando interpretação e leitura sob diferentes ênfases e problematizações no que tange à necessidade de uso de nossos espaços, sejam eles urbanos ou de menor escala; ao aproveitamento e reutilização de nossos recursos, em sinergia direta com programas de sustentabilidade; ao uso cada vez mais frequente de plataformas e softwares on-line que permeiam nosso cotidiano, dentre tantos outros exemplos.
Arquiteto e mestre em Semiótica Urbana, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Coordena os cursos de graduação e pós-graduação em Design de Interiores e Design de Mobiliário do Istituto Europeo di Design – IED São Paulo. Com vasta experiência em grandes escritórios de arquitetura em São Paulo, além de colaborações em projetos e concursos nacionais e internacionais de arquitetura, fundou em 2011 o Estúdio Tarimba, escritório multidisciplinar com foco no desenvolvimento de projetos corporativos, comerciais e residenciais, consultoria e pesquisa em design .
Artista, pesquisador, coordenador de projetos gráficos e digitais, doutor em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Participou de exposições nacionais e internacionais em instituições como Paço das Artes, Luciana Brito Galeria, Itaú Cultural, Instituto Tomie Ohtake, CCSP e Sesc (Brasil); La Chambre Blanche e Avatar (Canadá), Centro Multimedia (México) e Hessel Museum/CCS Bard (EUA). Lecionou na graduação do IED e na pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi, e realizou falas públicas na Casa Tomada (Brasil), na Whitechapel Gallery (Reino Unido), na Humboldt-Universität (Alemanha) e em diversas universidades e espaços culturais. Recebeu os prêmios Videobrasil em Contexto (Brasil e Reino Unido), Prix Ars Electronica (Áustria), Transitio_MX (México) e Rumos Itaú Cultural (Brasil), dentre outros. Integra O Grupo Inteiro, voltado a práticas artísticas; realiza com Tainá Azeredo a Intervalo-Escola, que pesquisa e experimenta modos de aprendizagem baseados no campo da arte, e desenvolve com João Simões a plataforma Explode!, que pesquisa e fomenta práticas artísticas e culturais com ênfase nas questões de classe social, raça e gênero.
Nasceu em Porto Alegre, em 1954. Em busca de uma vida mais próxima da natureza, mudou-se no início da década de 1980 para Trancoso, na Bahia, onde viveu por 15 anos. Lá, percebeu o grau de desperdício na extração e uso da madeira, vivência que pautou seu trabalho. Desde o final dos anos 1980, desenvolve “esculturas mobiliárias”, expressão usada primeiramente pela crítica Ethel Leon e adotada pelo designer por sua precisão em descrever a produção que ele executa a partir de árvores condenadas naturalmente, por ação das intempéries ou do homem. Suas peças nascem de um diálogo criativo com a matéria-prima: tudo começa e termina na árvore. Ela é a sua inspiração; suas formas, buracos, rachaduras, marcas de queimada e da ação do tempo provocam sua sensibilidade e o conduzem a um desenho cuidadosamente escolhido, uma intervenção mínima que gera peças únicas.
Comunicólogo especializado em Análise de Comportamento e Tendências de Consumo de Moda, Mídia e Comunicação. Pesquisa movimentos ligados à Economia Afetiva, termo que cunhou em 2014 sobre uma nova perspectiva de mercado pautada na valorização e desenvolvimento do coletivo, para o desenho de produtos inovadores e disruptivos. Ministra palestras, realiza workshops e dirige projetos sobre o tema. Desde fevereiro de 2018 faz parte do grupo de palestrantes da plataforma TEDxBlumenau, com sua fala sobre Economia Afetiva.
Arquiteta formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), onde concluiu mestrado em Teoria e História das Artes. Atualmente é curadora associada do Instituto Tomie Ohtake, tendo curado exposições como É como dançar sobre arquitetura (2017), Coisas sem nomes (2015), E se quebrarem as lentes empoeiradas? (2015) e Medos modernos (2014), entre outras. Integra a equipe de curadoria da 5ª edição do Arte/Cidade: Linha Metálica, com Nelson Brissac. Desde 2015 coordena o Filming Architecture, workshop acadêmico itinerante sobre a relação entre cinema e arquitetura.
Designer gráfica, é formada em Desenho Industrial/Programação Visual pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde também cursou Jornalismo. Seu trabalho já foi selecionado nas Bienais de Design Gráfico da ADG e na Feira Internacional do Livro de Buenos Aires. Foi vencedora do Prêmio Jabuti (2014) na categoria Projeto Gráfico, e do Prêmio da Música Brasileira na categoria Projeto Visual. É cofundadora de A Escola Livre, um projeto educacional em design gráfico sediado em São Paulo. Atua em seu próprio estúdio e também coordena o curso de Design Gráfico da Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC).
Graduada em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/Uerj), com mestrado e doutorado em Antropologia Social pelo PPGAS/Museu Nacional/UFRJ. Na Esdi, coordena o Laboratório de Design e Antropologia (LaDA), onde desenvolve pesquisas e projetos que investigam as possibilidades de conjugação de modos de produção de conhecimento nessas duas áreas do conhecimento, experimentação levada a cabo por meio de abordagens de codesign. Tem experiência em pesquisa sobre história do design e sobre as relações do design com artesanato, cidadania, patrimônio cultural, política e sociedade. Seja do ponto de vista teórico ou metodológico, também investiga as relações entre design e inovação social e os processos de materialização e visualização envolvidos em projetos de design voltados para questões sociais emergentes.