O Instituto Tomie Ohtake e a LEROY MERLIN dão continuidade à sua parceria que produz, neste ano de 2020, a segunda edição do Prêmio de Design. Esta edição contou com 133 inscritos provenientes de 18 estados brasileiros e do Distrito Federal. Juntas, a primeira e a segunda edições reúnem inscrições de 23 estados e do Distrito Federal, dados relevantes por indicarem que o PRÊMIO DE DESIGN INSTITUTO TOMIE OHTAKE LEROY MERLIN está cumprindo sua missão de mapear e refletir a pluralidade de soluções voltadas para as mais variadas demandas e contextos do nosso território.
O verbo proposto como diretriz deste ano foi o CIRCULAR, com o intuito de destacar propostas que apontem para problemáticas contemporâneas em que esse verbo, em seus múltiplos significados, transpareça.
Designer e editor, bacharel em Design Gráfico pelo Senac/SP (2006) e pós-graduado em Arte: Crítica e Curadoria pela PUC/SP (2012). Sua prática em design abrange edição e jornalismo, educação e a relação design-música, além da pesquisa e produção de autopublicações: fanzines, panfletos, livros e boletins. É criador (2006) e editor responsável (desde 2012) do Zine Parasita. Em 2013 fundou a CONTRA (2013-2016), editora especializada em publicações colaborativas de cultura visual. É cofundador d’A Escola Livre (2014-2018), projeto educacional em design gráfico sediado em São Paulo, onde coordena, elabora e ministra atividades e oficinas e conduz entrevistas abertas com profissionais do design e áreas relacionadas. Em 2016 tornou-se Editor de Arte e depois Head de Criação (2018) do Nexo Jornal. Em 2018 integrou a equipe de professores da EBAC na disciplina de Design Editorial. Seus trabalhos já constaram em diversas exposições, publicações e premiações no Brasil e no exterior, como a Biblioteca Wanda Svevo / Bienal de São Paulo, o Houston Museum e a biblioteca do MoMA de Nova York.
Designer, graduada em Desenho Industrial pela Faap e em Publicidade e Propaganda pela Fecap. Tem 20 anos de experiência como designer nos segmentos de transporte automotivo, têxtil e aeronáutico, e atua também em marketing e estratégia. Tem experiência internacional como designer em mais de 15 países. Enquanto Designer Sênior liderou equipes internacionais na Embraer e na GM North America. Voltou para o Brasil em 2014 e recentemente abriu seu próprio escritório, o I’M, focado em design, marketing e estratégia.
Arquiteto e urbanista (PUC-Campinas, 1985), mestre (1993), doutor (1999) e livre-docente (2016) em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, onde é professor do Departamento de Projeto e Pesquisador da Área “Projeto, Espaço e Cultura” do Programa de Pós-Graduação. Atual presidente da Comissão de Graduação da FAU-USP, foi professor-convidado da Universidad Autónoma Metropolitana (México), da Universitat Politècnica de Catalunya (Espanha), da Universidade Técnica de Lisboa (Portugal), da Universidade Eduardo Mondlane em Maputo (Moçambique), da Yokohama Graduate School of Architecture (Japão) e do Politecnico di Milano (Itália). Autor do livro O desenho da janela (Annablume, 1995), recebeu oito prêmios por seus ensaios, pelo livro e por projetos de arquitetura e urbanismo, e cinco honrarias acadêmicas de formandos da FAU-USP.
Formada em Design Gráfico, é mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela Uerj, com pós-graduação em estudos da performatividade no a.pass (advanced performance and scenography studies) de Bruxelas, Bélgica. Baseado em conceitos do design contemporâneo e da Teoria de Mídia, seu trabalho é especulativo e investiga conceitos como hiperstição – a possibilidade de uma ficção cultural se tornar realidade – e megaestruturas – a composição em escala planetária de infraestruturas – para contemplar a tração que a arte pode ter em espaços urbanos e futuros incertos. Já participou de exposições e projetos em instituições como SFMoma (San Francisco, EUA), Constant (Bruxelas, Bélgica), KW (Berlim, Alemanha), CAC (Vilnius, Lituânia) e na 33a Bienal de São Paulo. Em 2017 fundou coletivamente a plataforma educacional BLOCC (Building Leverage Over Creative Capitalism) em São Paulo.
Mestre em belas-artes pelo Sandberg Institute (Amsterdã, Holanda), foi residente em Fieldwork: Marfa (Texas, EUA), Homesession (Barcelona, Espanha) e HISK (Gent, Bélgica). Vive e trabalha em São Paulo. Participou de exposições coletivas e individuais em instituições como Objectif Exhibitions (Antuérpia, Bélgica), Tegenboschvanvreden (Amsterdã, Holanda), Koninklijk Museum voor Schone Kunsten (Antuérpia, Bélgica), Lost&Found (Amsterdã), Bolsa de Arte (São Paulo, SP), Galeria Vermelho (São Paulo, SP), Homesession (Barcelona, Espanha), Loop Video Festival (Barcelona, Espanha), Art-Brussels (Bruxelas, Bélgica), Kunsthalle Wien (Viena, Áustria), CAC (Vilnius, Lituânia) e na 33a Bienal de São Paulo. Em 2018 foi pesquisador no Strelka Institute for Media, Architecture and Design. A partir de 2019 é doutorando no departamento de Cultura Visual da Goldsmiths University (Londres, Inglaterra).
Arquiteta formada pela FAU-USP, onde concluiu seu mestrado em Teoria e História das Artes, é curadora associada do Instituto Tomie Ohtake e integra seu Núcleo de Pesquisa e Curadoria (NPC) participando, entre outras atividades, da concepção e dos júris dos Prêmios de Arquitetura e Design da instituição. Foi curadora das exposições Projeto Cavalo (2018), É como dançar sobre arquitetura (2017) e Eduardo Berliner: Corpo em muda (2016), entre outras. Em 2018 teve seu projeto curatorial selecionado como uma das propostas finalistas para a 12a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. Desde 2015 coordena o Filming Architecture, workshop acadêmico itinerante sobre a relação entre cinema e arquitetura.
Arquiteto e Urbanista (FAU-USP, 2009) com um período de estudos no Politecnico di Milano (Itália), colaborou com os arquitetos Mario Biselli e Alvaro Puntoni e o designer francês Patrick Jouin, além de ter trabalhado com seu pai, Ruy Ohtake, de 2008 a 2016. Em 2005 passou a desenhar seus próprios projetos, e em 2011 inaugurou o escritório Rodrigo Ohtake Arquitetura e Design. Paralelamente aos trabalhos nos escritórios, participou como assistente de curadoria das exposições Viver na Floresta (2010), curadoria de Abílio Guerra, O Coração da Cidade: Invenção dos Espaços de Convivência (2011), de Julio Katinsky, e Arquitetura Brasileira vista por Grandes Fotógrafos, de André Corrêa do Lago, ciclo de mostras de arquitetura brasileira promovido pelo Instituto Tomie Ohtake entre 2011 e 2013. Com Corrêa do Lago desenvolveu a parceria curatorial da exposição Brasil: Modernidade como Tradição, para o Pavilhão Brasileiro na 14a Bienal de Arquitetura de Veneza, de 2014. Desde seus primeiros projetos, cria móveis para compor sua arquitetura. Em 2015 passou a produzir peças de mobiliário independentes, área a que vem se dedicando cada vez mais. Já teve peças expostas nas feiras MADE e SP/Arte, Design Miami e Design Miami/Basel.